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Nutrição Desportiva: 4 Dicas para Trail Running

A simple run on the treadmill can cause an injury, whether you are a more or less experienced exerciser. In this article, we will talk about the four most common gym injuries and how you can reduce the risks.

Dicas de Nutrição para Praticantes de Endurance

A dose

O ideal para a maior parte dos atletas é que, pelo menos, três dias antes da prova, consuma à volta de 8g de hidratos/kg peso corporal, favorecendo a ingestão de hidratos de absorção lenta (cereais integrais e derivados, vegetais e leguminosas), uma vez que esta estratégia já demonstrou ser eficaz para atestar ao máximo as reservas de glicogénio muscular e assim melhorar a performance, atrasando a instalação da fadiga.

Os tipos de hidratos de carbono

Deves dar preferência a boas fontes de amido, um hidrato de absorção lenta presente em alimentos como o pão (optar por pão de mistura integral), massas, arroz, quinoa e batata. Quanto menos processadas estas forem, melhor, pelo que deves optar por alternativas integrais (arroz integral, massa integral e aveia) e tubérculos (como a batata-doce e mandioca), pois para além de possuírem um índice glicémico mais baixo (o que é favorável para controlar a gordura corporal), são também boas fontes de fibra, vitaminas e minerais.

Para além destes, as frutas (banana ou maçãs), as leguminosas secas e alguns vegetais (beterraba por exemplo) devem ser as outras fontes de hidratos de carbono escolhidas.

Os hidratos de alto índice glicémico

Deves deixá-los para durante e após o treino/prova. Nestes incluem-se as bebidas isotónicas, os géis energéticos, as barras energéticas.

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A hidratação

A escolha de uma boa bebida de hidratação e recuperação pode ajudar a diminuir os níveis de fadiga, acelerar a recuperação, fortalecer o sistema imunitário e a melhorar a performance.

Esta deve fornecer os principais sais minerais eliminados na transpiração durante o exercício físico (sódio, magnésio, potássio, cloreto) combinados com hidratos de carbono de absorção rápida que permitam a manutenção dos níveis de energia, atrasam a fadiga e poupam as reservas de glicogénio.

Para treinos mais intensos e prolongados é aconselhável que a bebida de hidratação contenha também alguns aminoácidos que evitem a degradação muscular, nomeadamente os BCAA’s como é caso do Goldrink Premium.

Exemplo de dieta para uma prova de endurance

Jantar do dia antes da prova

  • 200  a 300g gramas de hidratos de carbono (massa ou arroz, batata doce, quinoa, frutas, etc.)

Sobremesa: gelatina, arroz doce, aletria. Bebida: sumo de fruta natural.

Pequeno-almoço – cerca de 3  horas antes da partida

200 a 300g de hidratos de carbono: flocos de aveia ou Oats & Whey + fruta + frutos secos e passas + mel + panquecas

Café/chá (preferencialmente sem açúcar)

45 minutos antes da partida 

 1 Barra Endurance ou 1 Pre Workout Endurance

Durante a prova:

Ao longo da prova, os níveis da glicémia vão diminuindo, pelo que é recomendado que se consumam hidratos de carbono de absorção rápida – bebidas isotónicas, géis, barras – sendo o aconselhado até 1g hidratos carbono/kg peso por hora. Manter os níveis de glicémia regulados é crucial para evitar a instalação precoce da fadiga.

Exemplo:

Se pesares 60kg, consumires 60 g de hidratos de carbono/hora.

Produtos: 600 ml de Goldrink e uma saqueta de Fluid Gel GoldNutrition.

A cafeína é das substâncias que mais ajudam na melhoria de performance e desempenho, pelo que o seu consumo é aconselhado. Uma forma rápida e prática de garantir o consumo de cafeína durante as provas é a ingestão géis c/ cafeína (Extreme Fluid Gel c/ Cafeína) ou de barras energéticas c/ cafeína (Salt Bar). A dose deverá ser de, no mínimo, 3 mg/kg peso.

Se optares por consumir apenas antes da prova, podes fazer duas doses do Pre-Workout Endurance ou então tomar duas capsulas do Extreme Cut Explosion.

Quantidade de bebida (água e/ou bebida isotónica Goldrink) –  500 a 1200 ml /hora, dependendo da temperatura, humidade, peso corporal do atleta. Beber em pequenos goles a cada 15 minutos, mesmo que não que se tenha sede.

Após a prova:

  • Água
  • 500ml de Fast Recovery
  • Fruta (exemplo: banana e/ou maçã)

Ideal: avaliar o peso antes e após o treino e por cada kg perdido, tomar 1,5 l de água de forma gradual.

Os cuidados a ter no final da prova são tão ou mais importantes que os durante ou antes da mesma, pois é precisamente aqui que defines como vai ser a tua recuperação pós-prova.

Logo após o final, se quiseres prevenir a fadiga, destruição muscular, desidratação e a oxidação celular excessiva, tem em conta os seguintes factores:

1.º Passo: Hidratação 

A principal prioridade é a hidratação. Como referido anteriormente, devem ser ingeridos 1,5 litros de água por cada quilo de peso perdido. A água deverá estar moderadamente fresca, de forma a baixar um pouco a temperatura interna e ser ingerida de forma gradual.

É importante a ingestão de uma bebida rica em hidratos de carbono de alto índice glicémico, para repor eficazmente os níveis de glicogénio gasto durante o exercício. As bebidas de recuperação deverão conter, no mínimo, um grama de açúcares por quilo de peso corporal.

2.º Passo: Regeneração muscular

Esta passa pela ingestão de uma proteína rica em BCAA (aminoácidos de cadeia ramificada) e o ideal é que seja de absorção rápida. Destaca-se a proteína Whey, que é extremamente importante no processo de recuperação, por ser de alto valor biológico, e por conter um teor elevado de BCAA.

A sua ingestão deverá ser de pelo menos 0,25g de whey cada kg peso. Podes adicionar à tua bebida de recuperação algumas tâmaras secas, passas de ameixa ou de damasco, que são muito ricas em potássio.

Idealmente a bebida de recuperação deverá conter também vários eletrólitos como sódio, magnésio, potássio e cloro. É também importante consumir alguns nutrientes antioxidantes, como a vitamina C, o selénio, o zinco, o cobre ou bioflavonoides, para combater a excessiva produção de radicais livres decorrentes da prática desportiva.

3.º Passo: Respeita a famosa “janela metabólica” 

Após o esforço físico, durante 45 a 60 minutos, o nosso organismo tem uma capacidade quatro vezes superior de repor o glicogénio que se  consumiu ao longo da prova. Deves ter em conta que, por um lado, a recuperação dá-se com a chegada de nutrientes ao músculo e, por outro lado, é necessário eliminar os catabolitos (“lixo” celular) resultante do trabalho muscular desenvolvido. Por estas razões é que é importante logo após a prova aproveitar esta janela de tempo e repor todos os nutrientes necessários, para que o rendimento nos dias seguintes não fique comprometido.

4.º Passo: E após 60 minutos o que devo ingerir? 

Caso o final da prova não coincida com o almoço ou jantar, podes comer uma fatia de pão com compota, que é um grande estimulador da insulina, um prato “Muesli” com iogurte líquido, ou papas de aveia com passas. Evita o leite, caso sejas intolerante à lactose. Acrescenta banana ao leque de alimentos pós-prova, um fruto rico em potássio e magnésio.

No que toca à proteína, podes juntar queijo fresco ou queijo mozarela fresco. Se preferires, poderás ainda optar por uma barra que contenha entre 15 a 20 g de proteína Whey.

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